Deixa eu continuar o raciocínio do último post, mas dessa vez, como os pontos positivos de toda essa tempestade de sentimentos, que faz a gente ser tão feliz na infelicidade.
Música: Sempre tem uma! Você está tranquilamente navegando pela internet, quando de repente... BAM! Lembra daquela pessoa, a mesma que a distância separa e a vergonha te atrasa. Aí já se desencadeiam milhares de pensamentos, sofrimentos, alegrias e bipolaridades.
Depois disso, só lembrar da pessoa, desejar tanto estar junto, segurar as mãos e não largar mais, resta-nos apenas uma opção, ouvir uma música que nos remeta àquela pessoa. E é sempre assim: a gente já tá meio triste porque não pode nem ver nem falar com a pessoa, aí se faz o quê? Coloca pra tocar aquela música, a mais depressiva do computador, a que mais te dá vontade de chorar. (A minha é Never Be The Same, do Red). E pronto! Você pensa na pessoa enquanto a música não acaba, e quando acaba, coloca de volta pra pensar mais um pouquinho.
Mas sabe que é bom? A gente pensa tanto, tanto, faz tantos planos, pensa em como vai ser a próxima vez que nós vamos nos encontrar, imagina mil maneiras e declarações. E sorri. Depois para, pensa, olha em volta, não tem ninguém, lá vamos nós ouvir a música novamente. A música é uma expressão da alma. As melhores músicas são realmente as das almas apaixonadas.
Saudades: É a malvada de tudo isso, terminarei essa enorme série de dois posts com ela, a construtora de pensamentos, a destruidora de corações e a heroína de quem ama. A saudade nos faz tristes, nos faz distantes, nos faz pensativos. Mas ela é a responsável também por provar quem é a pessoa importante na nossa vida. Mostra que não é necessário pegar na mão, abraçar, olhar nos olhos pra saber se existe ou não algo maior. A falta que a pessoa faz já mostra que não dá, não existe maneira de se viver longe daquela pessoa.
Eu sinto saudades de muita gente, e de uma pessoa aí também, mas isso não vem ao caso. O que se pode resumir de tudo é:
-Quem ama sofre, perde o sono, perde a noção de tempo, perde tudo. Mas ganha. Ganha mais amor, mais paixão, mais vontade de viver, mais alegria, mais intensidade na vida. O amor é nada mais do que uma usina do ser humano. Somos gerados e vivemos por amor. Amor à vida, amor aos pais, a Deus. Tudo. Mas tem hora que bate a saudade, a distância não ajuda, a vergonha te trava e as músicas te lembram, que você é humano, que tem sentimentos e que não pode viver sem alguém ao seu lado.-
A vida em capítulos
"Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data" Luís Fernando Veríssimo
quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Capítulo LXVIII: I with you
E voltamos com nossa programação normal! Claro, humano nunca aprende, né? Vai saber.
Agora é hora de usar um pouco da função emotiva da linguagem (aqui deixo claro que é da linguagem!).
Já escrevi tanto sobre isso, amor é isso, paixão é aquilo, amar é tal, sofrer é tal... Mas existem coisas que mudam a cada momento, a cada batida do coração, a cada piscar de olhos.
Que tal fazer uma lista com algumas definições usando a função emotiva (da linguagem)? Lá vai:
Distância: Esse bichinho chato que nos corrói tanto quando encostamos a cabeça no travesseiro pra dormir. Personificar algo que se mede em metros não é tão difícil. A distância não separa apenas cidades, não separa só países e continentes. Separa os seres humanos. Separa os corações. Imagine que está você e aquela pessoa que te faz sonhar toda a noite em um navio bonito, ao por do Sol, no meio do oceano. Só você e a pessoa, abraçados, contemplando o pôr-do-Sol que pinta de laranja as águas do mar e de dourado os cabelos de quem ama. Eis que começa a cair a noite, a Lua se esconde atrás das nuvens, começa uma ventania e de repente surge um monstro com o rosto deformado, enorme e brutal que, em toda sua malignidade, não suporta ver um casal apaixonado e sem pensar duas vezes quebra o navio em dois, só há tempo pra você usar um bote que está de um lado e aquela pessoa usar o que está do outro. Começa a esfriar, o monstro gargalha e afunda de volta para as profundezas sombrias do mar. Agora você está sozinho e vê ao longe seu amor indo embora, cada vez mais, desaparecendo no horizonte, até que, enfim, some. É isso o que a distância faz, separa os corações, mas fortalece o amor.
Vergonha: A vergonha, ou até mesmo a timidez, pode fazer sofrer muito. A gente só vê, sente, até chora, mas não faz nada. Apenas observa alguém ser feliz sem precisar de você. Vergonha é aquele diabinho que aparece em desenhos animados falando no ouvido do pato Donald, ou qualquer outro. Ele fica feliz quando você sofre, e cada vez que você pensa "Agora eu vou lá falar com ela, dizer tudo o que sinto, como é ruim querer tanto alguém e não poder abraçar". Nessa hora ele começa a te persuadir. Diz que você não pode ir, que não é capaz, que você vai se decepcionar com a pessoa, que nada do que sair da sua boca vai fazer sentido, que quando você começar a se aproximar as pernas vão travar e sua habilidade de falar ficará impossível. E com tantas possibilidades de erro, a sua chance acaba indo embora com a pessoa, que passa pela porta sem dar tchau, atravessa a rua e vai pra casa, sem saber que você existe.
Autor: Sou adolescente, sei como é, sofri e sou um garoto apaixonado. Se você ama de verdade, não vai ser distância, vergonha, ou a falta dela, que vai estragar tudo. Só você pode estragar tudo. A vida é sua, o amor é seu. As chances geralmente vem uma vez apenas, não tem como você desperdiçá-las simplesmente. Corra atrás, seja feliz e lembre-se: amar não é sofrer, você só sofre quando deixa de amar.
Agora é hora de usar um pouco da função emotiva da linguagem (aqui deixo claro que é da linguagem!).
Já escrevi tanto sobre isso, amor é isso, paixão é aquilo, amar é tal, sofrer é tal... Mas existem coisas que mudam a cada momento, a cada batida do coração, a cada piscar de olhos.
Que tal fazer uma lista com algumas definições usando a função emotiva (da linguagem)? Lá vai:
Distância: Esse bichinho chato que nos corrói tanto quando encostamos a cabeça no travesseiro pra dormir. Personificar algo que se mede em metros não é tão difícil. A distância não separa apenas cidades, não separa só países e continentes. Separa os seres humanos. Separa os corações. Imagine que está você e aquela pessoa que te faz sonhar toda a noite em um navio bonito, ao por do Sol, no meio do oceano. Só você e a pessoa, abraçados, contemplando o pôr-do-Sol que pinta de laranja as águas do mar e de dourado os cabelos de quem ama. Eis que começa a cair a noite, a Lua se esconde atrás das nuvens, começa uma ventania e de repente surge um monstro com o rosto deformado, enorme e brutal que, em toda sua malignidade, não suporta ver um casal apaixonado e sem pensar duas vezes quebra o navio em dois, só há tempo pra você usar um bote que está de um lado e aquela pessoa usar o que está do outro. Começa a esfriar, o monstro gargalha e afunda de volta para as profundezas sombrias do mar. Agora você está sozinho e vê ao longe seu amor indo embora, cada vez mais, desaparecendo no horizonte, até que, enfim, some. É isso o que a distância faz, separa os corações, mas fortalece o amor.
Vergonha: A vergonha, ou até mesmo a timidez, pode fazer sofrer muito. A gente só vê, sente, até chora, mas não faz nada. Apenas observa alguém ser feliz sem precisar de você. Vergonha é aquele diabinho que aparece em desenhos animados falando no ouvido do pato Donald, ou qualquer outro. Ele fica feliz quando você sofre, e cada vez que você pensa "Agora eu vou lá falar com ela, dizer tudo o que sinto, como é ruim querer tanto alguém e não poder abraçar". Nessa hora ele começa a te persuadir. Diz que você não pode ir, que não é capaz, que você vai se decepcionar com a pessoa, que nada do que sair da sua boca vai fazer sentido, que quando você começar a se aproximar as pernas vão travar e sua habilidade de falar ficará impossível. E com tantas possibilidades de erro, a sua chance acaba indo embora com a pessoa, que passa pela porta sem dar tchau, atravessa a rua e vai pra casa, sem saber que você existe.
Autor: Sou adolescente, sei como é, sofri e sou um garoto apaixonado. Se você ama de verdade, não vai ser distância, vergonha, ou a falta dela, que vai estragar tudo. Só você pode estragar tudo. A vida é sua, o amor é seu. As chances geralmente vem uma vez apenas, não tem como você desperdiçá-las simplesmente. Corra atrás, seja feliz e lembre-se: amar não é sofrer, você só sofre quando deixa de amar.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Capítulos LXVII: É o que nos faz humanos
Já não é mais um assunto que pouco se escreve aqui no blog. Paixão, amor, seja lá o que for. São as esquisitices humanas, as mutações da adolescência e a felicidade dos namorados, a tristeza dos solteiros e sofrimento dos apaixonados.
Vida: nascimento, crescimento, reprodução e morte. Um tanto quanto vago. Mas essa classificação não serve para seres humanos. Nós criamos relações, afeição, amor. Pra quê? Pelo simples fato de que não suportamos permanecermos sozinhos.
E me perguntam: "Por que que a gente se apaixona?" e eu respondo "Porque precisamos".
Não se sabe viver sem companhia, não se pode permanecer sozinho, não sabemos como viver sem alguém pra poder dar as mãos, pra poder chamar de amor, pra poder confiar tudo o que somos e nossos segredos. Nos apaixonamos simplesmente pela necessidade de ver o sorriso do outro.
E sofremos, e suportamos. Como é ruim apenas ver quem a gente queria sentir, ouvir de longe quem a gente queria que sussurrasse no nosso ouvido, pensar tantas vezes ao dia na mesma pessoa, sofrendo com a incerteza de que talvez a pessoa nem pense em você.
A paixão é uma coisa estranha, muda as pessoas, geralmente as tornam mais bonitas, mais radiantes, mais sorridentes, mais vivas. Como, por exemplo, sempre o coração acelera perto de alguém, passam mil pensamentos do que se poderia fazer e no fim não fazer nada, sentir o coração doer ao ver a pessoa amada apenas virar as costas e ir embora. Essa tal dessa paixão também deixa as sequelas dela, noites em claro, minutos infinitos de pensamentos gigantescos, o fogo de Camões que arde sem se ver, a dor que desatina sem doer.
Enfim, amar e ser amado não tem como ser explicado, sabe-se apenas esse grande paradoxo de ter ao mesmo tempo tão perto e tão longe, querer as mãos de quem está ao lado. Amar é estranho, amar é bom, amar é confuso, amar é humano.
Vida: nascimento, crescimento, reprodução e morte. Um tanto quanto vago. Mas essa classificação não serve para seres humanos. Nós criamos relações, afeição, amor. Pra quê? Pelo simples fato de que não suportamos permanecermos sozinhos.
E me perguntam: "Por que que a gente se apaixona?" e eu respondo "Porque precisamos".
Não se sabe viver sem companhia, não se pode permanecer sozinho, não sabemos como viver sem alguém pra poder dar as mãos, pra poder chamar de amor, pra poder confiar tudo o que somos e nossos segredos. Nos apaixonamos simplesmente pela necessidade de ver o sorriso do outro.
E sofremos, e suportamos. Como é ruim apenas ver quem a gente queria sentir, ouvir de longe quem a gente queria que sussurrasse no nosso ouvido, pensar tantas vezes ao dia na mesma pessoa, sofrendo com a incerteza de que talvez a pessoa nem pense em você.
A paixão é uma coisa estranha, muda as pessoas, geralmente as tornam mais bonitas, mais radiantes, mais sorridentes, mais vivas. Como, por exemplo, sempre o coração acelera perto de alguém, passam mil pensamentos do que se poderia fazer e no fim não fazer nada, sentir o coração doer ao ver a pessoa amada apenas virar as costas e ir embora. Essa tal dessa paixão também deixa as sequelas dela, noites em claro, minutos infinitos de pensamentos gigantescos, o fogo de Camões que arde sem se ver, a dor que desatina sem doer.
Enfim, amar e ser amado não tem como ser explicado, sabe-se apenas esse grande paradoxo de ter ao mesmo tempo tão perto e tão longe, querer as mãos de quem está ao lado. Amar é estranho, amar é bom, amar é confuso, amar é humano.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Capítulo LXVI: Bom, esse sim é o sentido!
Nascer, estudar, se formar, trabalhar, gastar tantos anos da vida com um único propósito: ganhar dinheiro.
Mas de nada adianta, ter um carro importado, se só você anda nele. Uma casa com piscina, se você nunca tem tempo pra nadar. Cinco celulares, se quando eles tocam são só cobranças. uma família, se você nunca está em casa para vê-los. E é esse o sentido mesmo? Ficar rico? Valores da sociedade que se vendem por tão pouco. Ética falida que deixa as pessoas tão cegas e conformadas? Esse é o problema, o conforto do egoísmo.
É tão mais fácil deitar numa cama de água com a cabeça num travesseiro de penas de cisne assistindo sua TV de 50 polegadas, que você já se acostumou a ignorar a realidade daquele homem que te pediu comida há alguns dias e que você deu as costas. Agora ele está aí, na calçada da sua casa, não tem onde cair morto, faminto, sem esperanças, apenas pedindo a você um pouco de compaixão.
Viver não é mais como antes. Há não muito tempo, as pessoas valiam mais do que o dinheiro. E o dinheiro cegou quem antes via bondade em todos. Calou a boca de quem era inconformado com a maldade. Ensurdeceu aquele que ouvia os desabafos do próprio irmão e atou as mãos de quem antes era fascinado em fazer o bem.
Enquanto viver significar sobreviver, enquanto amar significar se reproduzir, enquanto filho for apenas cria e seu melhor amigo for concorrente, não vejo mais salvação pra esse monte de lixo que chamam de humanidade.
Mas de nada adianta, ter um carro importado, se só você anda nele. Uma casa com piscina, se você nunca tem tempo pra nadar. Cinco celulares, se quando eles tocam são só cobranças. uma família, se você nunca está em casa para vê-los. E é esse o sentido mesmo? Ficar rico? Valores da sociedade que se vendem por tão pouco. Ética falida que deixa as pessoas tão cegas e conformadas? Esse é o problema, o conforto do egoísmo.
É tão mais fácil deitar numa cama de água com a cabeça num travesseiro de penas de cisne assistindo sua TV de 50 polegadas, que você já se acostumou a ignorar a realidade daquele homem que te pediu comida há alguns dias e que você deu as costas. Agora ele está aí, na calçada da sua casa, não tem onde cair morto, faminto, sem esperanças, apenas pedindo a você um pouco de compaixão.
Viver não é mais como antes. Há não muito tempo, as pessoas valiam mais do que o dinheiro. E o dinheiro cegou quem antes via bondade em todos. Calou a boca de quem era inconformado com a maldade. Ensurdeceu aquele que ouvia os desabafos do próprio irmão e atou as mãos de quem antes era fascinado em fazer o bem.
Enquanto viver significar sobreviver, enquanto amar significar se reproduzir, enquanto filho for apenas cria e seu melhor amigo for concorrente, não vejo mais salvação pra esse monte de lixo que chamam de humanidade.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Capítulo LXV: Só peço desculpas!
Queria te pedir perdão, aprendi agora que te amo muito, não posso viver mais sem você em minha vida... A cada dia que passa, não dá pra medir nem saber o quanto eu preciso de você.
Às vezes eu passava dias sem lembrar de você, agora não passo uma noite sem pensar em você. Minha vida não fazia sentido até te ter em aqui.
Se tenho dificuldades? Tenho... Se me dão propostas? Sim... Se às vezes dá vontade de fazer o errado? Dá... Mas você me dá a força que eu preciso! É só lembrar de você, que meu mundo fica diferente. Nada se compara a isso, é algo inexplicável.
Não tenho mais como ficar calado, ficar parado, dormir em paz sem que eu pense em você, sem que eu me diga a todo momento que sou nada se não fosse você.
Sou um simples ser humano, que não consigo ser perfeito, mas tento todo dia melhorar pra que você me ame mais também! Ouço e sinto suas palavras como quem tenta ouvir desesperadamente uma voz no deserto, uma imagem no nada, uma luz no meio das trevas.
Acho que estou começando a te amar como nunca... Aprendendo com você. Chegando ao ponto de que, se necessário for, eu morreria pra te ver. Não sei como, mas sua voz sempre me encontra, me consola e me deixa feliz com tudo! Gostaria de poder te abraçar, olhar nos seus olhos, e dizer que te amo de verdade! Aprendo a cada dia amar mais e mais essa pessoa que fez tanto por mim, me fez quem eu sou!
Agora só me resta fazer uma coisa: aprender como te amar todo dia, todo instante, nunca te esquecer, assim como você nunca me esqueceu... Nada me faria mais feliz do que ouvir sua voz e ver o seu rosto. Se seu amor fez tanto por mim, quem me dera poder morrer por você.
Eu te amo... Deus!
Às vezes eu passava dias sem lembrar de você, agora não passo uma noite sem pensar em você. Minha vida não fazia sentido até te ter em aqui.
Se tenho dificuldades? Tenho... Se me dão propostas? Sim... Se às vezes dá vontade de fazer o errado? Dá... Mas você me dá a força que eu preciso! É só lembrar de você, que meu mundo fica diferente. Nada se compara a isso, é algo inexplicável.
Não tenho mais como ficar calado, ficar parado, dormir em paz sem que eu pense em você, sem que eu me diga a todo momento que sou nada se não fosse você.
Sou um simples ser humano, que não consigo ser perfeito, mas tento todo dia melhorar pra que você me ame mais também! Ouço e sinto suas palavras como quem tenta ouvir desesperadamente uma voz no deserto, uma imagem no nada, uma luz no meio das trevas.
Acho que estou começando a te amar como nunca... Aprendendo com você. Chegando ao ponto de que, se necessário for, eu morreria pra te ver. Não sei como, mas sua voz sempre me encontra, me consola e me deixa feliz com tudo! Gostaria de poder te abraçar, olhar nos seus olhos, e dizer que te amo de verdade! Aprendo a cada dia amar mais e mais essa pessoa que fez tanto por mim, me fez quem eu sou!
Agora só me resta fazer uma coisa: aprender como te amar todo dia, todo instante, nunca te esquecer, assim como você nunca me esqueceu... Nada me faria mais feliz do que ouvir sua voz e ver o seu rosto. Se seu amor fez tanto por mim, quem me dera poder morrer por você.
Eu te amo... Deus!
Assinar:
Postagens (Atom)